CONCEPÇÕES DOCENTES SOBRE O PROCESSO DE INCLUSÃO DE ALUNOS COM NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECIAIS
DOI:
https://doi.org/10.29327/545274.1-5Palavras-chave:
Inclusão; Surdez; Educação; Docência.Resumo
O contexto social atual principalmente educacional amparado por leis e decretos, e outros documentos, mesmo que pacatamente tem assegurado o processo de inclusão de pessoas com alguma necessidade especial no cenário social e educacional. A escola não podem fugir da realidade de contextualizar na pratica essa inclusão. O professor precisa ter conhecimento teórico e pratico para efetivação do processo de inclusão. Esse trabalho justamente aborda essa temática: As concepções docentes sobre o processo de inclusão de alunos com necessidades educativas especiais, cujo a problemática apresenta-se sobre que concepções os docentes possuem frente a inclusão escolar de alunos com necessidades especiais. Os objetivos elencados nessa pesquisa seguem; Objetivo geral: Descrever as concepções docente sobre o processos de inclusão de alunos com necessidades especiais em sala de aula e a formação ou capacitação pedagógica para esse trabalho inclusivo. Objetivos específicos: elucidar alguns aspectos históricos e legais da educação especial e do processo inclusivo. Investigar a concepção que os professores têm sobre inclusão. Pesquisar a existência de curso de aperfeiçoamento, formação ou capacitação docente para atender alunos especiais.
Referências
BRASIL Política Nacional de educação especial na perspectiva da educação inclusiva. Brasília, MEC, 2008. Disponível em: <http://portal.mec.gov.br /seesp/arquivos /pdf/ politica.pdf>. Acesso em 22 de dez. 2018.
BRASIL. Decreto 3.298, 20 de dezembro que,1999, regulamenta a Lei no 7.853, de 24 de outubro de 1989, dispõe sobre a Política Nacional para a Integração da Pessoa Portadora de Deficiência. Brasília, 20 de dezembro de 1999;. >. Acesso em 19 de nov. 2019.
BRASIL. Decreto 5.296, 2 de dezembro de 2004,regulamenta as Leis nos 10.048, de 8 de novembro de 2000, que dá prioridade de atendimento às pessoas que especifica, e 10.098, de 19 de dezembro de 2000.
BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Especial. Diretrizes Nacionais para a Educação Especial na Educação Básica. Brasília: MEC/SEESP, 2001.
BEYER, Hugo Otto. A educação inclusiva: ressignificando conceitos e práticas da educação especial. In:Inclusão - Revista da Educação Especial. Ano 2, n. 2, jul/2006.
BRASIL, Ministério da Justiça. Declaração de Salamanca e Linhas de Ações sobre necessidades Educacionais Especiais. Brasília: CORDE, 1994
BRASIL. Lei de diretrizes e bases da educação nacional. Lei nº. 9394, de 20 de dezembro de 1996. D.O.U. de dezembro de 1996. Florianópolis: Sindicato das Escolas Particulares de Santa Catarina, 1996.
BRASIL. Lei nº 10.436, de 24 de abril de 2002. Dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais-Libras e dá outras providências. Diário Oficial da União, Brasília, DF, p.23, seção 1, de 24 de ab. de 2002.
BRASIL. Decreto nº 5.626, de 22 de dezembro de 2005. Regulamenta a lei nº 10. 436, de 24 de abril de 2002. Dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais-Libras e o art. 18 da lei nº. 10.098.de 19 de dezembro de 2000. Diário Oficial da União, Brasília, DF, p. 8, seção 2, de 29 de dez. de 2005.
CARVALHO, Rosita Edler. Educação Inclusiva: com os pingos nos “is”. Porto Alegre: Mediação, 2010.
DECLARAÇÃO de Salamanca, de 07 a 10 de junho de 1994. Espanha. Disponível em: <http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/salamanca.pdf>>. Acesso em: (13/11/2015)
FOUCAULT, Michel. Micro-física do poder. Trad. Roberto Machado. Rio de Janeiro: Graal, 2002.
GLAT, R.; FONTES, R. de S.; PLETSCH, M. D. Uma breve reflexão sobre o papel da Educação Especial frente ao processo de inclusão de pessoas com necessidades educacionais especiais em rede regular de ensino. Revista Inclusão Social, Duque de Caxias/RJ, n. 6, p. 13-33, nov. 2006.
GIL, Antônio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa 7. ed. - São Paulo: Atlas, 2017.
GODOY, A, S. Introdução à pesquisa qualitativa e suas possibilidades. In: Revista de Administração de Empresas. São Paulo. V.35, n.2 p. 57-63. 1992
INCLUSÃO – REVISTA DA EDUCAÇÃO ESPECIAL. Secretaria da Educação Especial, out. 2005; jan./jul. 2010.
KARAGIANNIS, A. STAINBACK, S. & STAINBACK, W. Fundamentos do ensino inclusivo. In: STAINBACK, S. & STAINBACK, W. Inclusão: Um guia para educadores. Tradução de Magda França Lopes. Porto Alegre: Artmed Editora S.A., 1999. p. 21 – 34.
MANTOAN, Maria Tereza Eglér e colaboradores. Integração de pessoas com deficiência- Editora Memnon edições científicas Itda, 2003.
MINAYO, Maria Cecília de Sousa. Pesquisa Social: teoria, método e criatividade. 18ed. Petrópolis: Vozes,2001.
STOBÄUS, C. D; MOSQUERA, J. J. M. (org.) Educação especial: em direção à educação inclusiva. Porto Alegre: EDIPUCRS, 2004.
SOUSA, L. P. F. de. Orquestrar a gestão escolar para respostas educativas na diversidade. 2004, 113p. Dissertação (Mestrado em Educação) - Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Faculdade de Educação. Rio de Janeiro
SILVA, Shirley. A multiplicidade de se construir o especial: os “especiais” e a crise derivada na Educação Especial. In: Educação Especial: um esboço de política pública. Tese de Doutorado. FE/USP, 2000, p. 10-28.
ONU. Assembleia Geral das Nações Unidas. Convenção das Nações Unidas sobre os Direitos da Criança. 1989. Disponível em . Acesso em 18/2/2019.
Downloads
Publicado
Edição
Secção
Licença
Direitos de Autor (c) 2022 Revista Portuguesa Interdisciplinar

Este trabalho encontra-se publicado com a Licença Internacional Creative Commons Atribuição-NãoComercial-CompartilhaIgual 4.0.
Esta obra está licenciado com uma Licença Creative Commons Atribuição-NãoComercial-CompartilhaIgual 4.0 Internacional